Imóvel sem escritura ou matrícula
Você tem a posse e os recibos, mas o registro não está no seu nome. Há caminhos para corrigir a cadeia e levar o imóvel ao seu nome.
Contrato de gaveta, inventário parado, imóvel sem escritura, compra que nunca foi registrada. Quando o patrimônio trava, a decisão precipitada costuma custar mais que o problema. O trabalho começa por identificar onde está o nó jurídico que impede a transferência, o registro ou a partilha.
Um imóvel ou uma herança travam por um motivo específico: uma cadeia dominial quebrada, um vendedor que sumiu, um inventário que nunca foi aberto, um contrato que nunca virou escritura. Encontrar esse motivo é o que separa a solução da tentativa.
Ver áreas de atuaçãoCada situação trava por um nó jurídico diferente. Identificar qual é esse nó define o primeiro passo para resolver.
Você tem a posse e os recibos, mas o registro não está no seu nome. Há caminhos para corrigir a cadeia e levar o imóvel ao seu nome.
Pagou, mora lá, mas nunca foi registrado. Aos olhos da lei a propriedade ainda não é sua, e isso pode ser enfrentado juridicamente.
A herança não anda e o imóvel não pode ser vendido nem transferido. Muitas vezes o caminho adequado é extrajudicial.
Anos ocupando o imóvel sem título. A usucapião extrajudicial pode transformar posse em propriedade registrada quando os requisitos estão presentes.
O dinheiro saiu, o imóvel foi entregue, mas a transferência parou no meio do caminho. O ponto crítico costuma estar na cadeia de documentos.
Quem deveria assinar sumiu, faleceu ou se recusa. A adjudicação compulsória e outros caminhos podem ser analisados para destravar a operação.
Em todas elas o trabalho começa no mesmo lugar: identificar o nó jurídico específico que impede a transferência, o registro ou a partilha.
Escritura, matrícula, retificação de registro, adjudicação compulsória e usucapião extrajudicial. Transformar posse, contrato ou recibo em propriedade registrada.
Partilha e transferência de bens quando o inventário trava. Pela via extrajudicial sempre que a situação permite, sem necessidade de processo judicial.
Operações pagas mas nunca registradas. O caminho para levar a propriedade ao seu nome, mesmo anos depois.
Due diligence registral e pessoal antes de assinar ou pagar sinal: cadeia dominial, ônus, ações e certidões de quem vende.
Quatro etapas para transformar uma situação travada e documentos dispersos em um diagnóstico claro, com caminhos possíveis e riscos mapeados.
Você conta a situação — imóvel ou herança travada — e envia os documentos que já tem em mãos.
Definimos quais documentos precisam ser reunidos para que a análise seja viável.
Exame da origem do problema, dos riscos envolvidos e dos entraves registrais, contratuais ou judiciais.
Apresentação dos caminhos possíveis e dos riscos de cada um. Sem promessa de resultado.
Assessoria para compradores, vendedores, proprietários, investidores, locadores, locatários, herdeiros, empresas, síndicos, condôminos e pessoas que estejam diante de uma decisão ou conflito envolvendo imóvel.
A atuação abrange imóveis residenciais, comerciais, rurais, em inventário, financiados, na planta, ocupados, arrematados em leilão, alugados, em condomínio, sem matrícula regular, com construção não averbada, com defeitos, com pendências documentais ou com histórico de conflito.
Não há lista fixa. O diagnóstico começa pelo que existe, identifica o que falta e define o que precisará ser obtido ou reconstituído antes que a análise seja possível.
Matrícula atualizada do imóvel
Contrato ou promessa de compra e venda
Escritura e comprovantes de pagamento, quando houver
IPTU e documentos das partes
Certidões e, em inventário, documentos dos herdeiros
Nota de exigência do cartório, se houver
Sim. A análise jurídica prévia é recomendável antes da assinatura de qualquer documento ou pagamento de sinal, especialmente quando há dúvidas sobre matrícula, financiamento, documentação do vendedor, posse, débitos, construção, inventário ou regularidade do imóvel.
Não necessariamente. A matrícula é um documento central, mas não é o único ponto de análise. Também podem ser relevantes os documentos das partes, certidões, débitos, contrato, situação fiscal, posse, ocupação, regularidade da construção e histórico da negociação.
Não necessariamente. Alguns problemas podem ser solucionados por escritura, averbação, retificação, inventário, usucapião, procedimento administrativo ou medida judicial. Outros exigem cautela maior ou podem tornar a operação inviável. Cada caso depende da documentação e da situação real do imóvel.
Sim. Conflitos de vizinhança e questões condominiais podem envolver notificações, mediação, assembleias, análise de convenção, regimento interno, responsabilidade por danos e, quando necessário, medidas judiciais.
Conte a situação — imóvel ou herança travada —, envie os documentos que já tem em mãos e diga o que precisa resolver. A partir daí, definimos o que falta e o que o diagnóstico pode mostrar.
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